quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jovens sem controlo em festas de droga

Jovens sem controlo em festas de droga


21 de Abril, 2011por João Correia, João Vieira, Sónia Balasteiro


Há cada vez mais festas de música trance, em Portugal, onde menores misturam drogas químicas como o MD e o LSD. A situação, que se vive em muitos outros países europeus, está a preocupar a União Europeia que, numa conferência realizada no mês passado, alertou para o perigo da mistura de substâncias psicoactivas. Em Portugal, as autoridades também estão em alerta com estes eventos que, com a chegada do bom tempo, se multiplicam de Norte a Sul.



Aliás, um estudo da Organização Mundial de Saúde, apresentado na última semana, sobre comportamentos de risco entre os jovens portugueses, dos 11 aos 16 anos, revela um padrão no aumento do consumo de todas as drogas entre 2006 e 2010: 1,8% para 2% no LSD, 1,6% para 1,9% na cocaína e 1,6% para 1,8% no ecstasy. «É preocupante porque revela um padrão nos aumentos de consumo», diz Margarida Gaspar de Matos, que coordenou o trabalho em Portugal.

Quanto à entrada de jovens nas festas trance, a investigadora considera que «as autoridades deveriam monitorizar estas situações junto dos organizadores». Os 15, 16 anos, explica Margarida Gaspar de Matos, são precisamente «as idades em que os jovens começam a experimentar substâncias químicas». Isto, refere, «apesar de serem sobretudo os universitários» a fazê-lo.

Na maioria das festas, os menores não têm qualquer dificuldade em entrar e a segurança é quase nula. Por isso, também o presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), João Goulão, admite que é necessário maior controlo. «A forma como estes eventos são organizados escapa ao controlo das autoridades», avisa o especialista.

São vários os tipos de festas existentes, que variam consoante o género de música, que vai desde o trance até ao dubstep, passando pelo drum and bass e o electro.

Para controlar situações perigosas, o IDT 'infiltrou' técnicos nestas festas, que se misturam com a multidão. São profissionais treinados para influenciar os utilizadores de modo a evitar o consumo excessivo de químicos e a actuar em casos extremos em que alguém tenha, por exemplo, um surto psicótico. Ao todo, adiantou ao SOL João Goulão são mais de 20 equipas de Norte a Sul do país nestas festas.

«A forma que temos de agir, em parceria com entidades locais, é pôr no terreno pessoas com quem os jovens se identificam», explica Goulão.

O SOL encontrou adolescentes de 15 e 16 anos nestas festas, que explicam o que os leva a consumir drogas tão perigosas e radicais como os alucinogéneos.

Diogo, 15 anos

Consome MD

'Fico no meu mundo'

Enquanto dança com energia no Opart, espaço de festas situado em Alcântara, Diogo conta a sua experiência com drogas. Considera-se «um noctívago» e confessa ser um habitual consumidor de MD (cristais sintéticos). Percorre as festas electrónicas por toda a região de Lisboa. «Gosto de tudo um pouco na música electrónica. Trance, electro, drum & bass. Tudo dá para dançar», refere o jovem, explicando que a música electrónica e as drogas estão misturadas. «Fico no meu mundo. Abstraio-me de tudo e de todos. Sou eu e a música».

Pedro, 16 anos

Consome MD e Haxixe

'Para as festas, só a ganza já não serve'

Pedro tem 16 anos e começou por consumir haxixe com os amigos aos 14. Hoje, admite, «para as festas só a ganza já não serve». Pedro explica o motivo: «Tenho de acelerar». O adolescente garante que não tem qualquer dificuldade de acesso às drogas. «O MD compra-se ao grama. Costumo comprar com amigos, para ficar mais barato», conta ao SOL. Apreciador de festas de trance, esclarece que consome para aguentar uma noite inteira: «Chego a beber três a quatro garrafas pequenas com mais um amigo. Tenho de ter energia para a noite toda».

E nem o medo do vício e dos problemas associados ao consumo destas drogas o preocupam: «No momento só quero aproveitar. Sou novo, depois logo se vê».

Lúcia, 15 anos

Consome MD, erva e LSD

'É fácil encontrar os vendedores'

Lúcia iniciou-se no mundo das drogas com 15 anos, ao fumar erva com uma amiga. Aos 16, já experimentou erva, haxixe, MD e ácidos. Não se sente viciada. «As drogas são um complemento para a diversão», diz, especificando: «Ajudam-me a criar estados de espírito diferentes do normal».

Por ser estudante, é dos pais que vem o dinheiro para comprar a droga e também ela garante que «é fácil encontrar os vendedores». «Quem quer comprar, tem sempre gente na zona que vende de tudo. Hoje torna-se mais fácil», refere.

Consome quando tem necessidade, quer seja «nos intervalos das aulas, na rua com os amigos ou em festas». Garante ainda que «agora toda a gente que chega aos 18 já experimentou muita coisa». Lúcia diz--se, porém, consciente de tudo. «Cada vez mais cedo vamos sabendo os efeitos e as consequências. Somos jovens, temos tempo para novas experiências».

Carlos, 16 anos

Consome MD e LSD

'É uma droga perigosa'

«Fico concentrado, e vivo para o mundo. Nem sempre a droga te deixa mais lento», conta ao SOL Carlos, de 16 anos. Gosta de «meter MD para curtir o som», e classifica-se como um consumidor consciente. Carlos gasta em média 10 euros por semana em haxixe e MD. «Sei até onde posso ir. No meu grupo de amigos todos nos controlamos e vemos se algum está a abusar», explica.

Trabalhador-estudante, afirma que o dinheiro para estas coisas vem do seu «bolso». Além disso, garante, peremptório: «Controlo o que compro porque o dinheiro custa-me a ganhar. É uma forma de não consumir demasiado».

Já experimentou LSD, mas admite que «é uma droga perigosa». «Esta sim, tira-te do mundo real. Não penso meter mais», promete.

Tiago, 16 anos

Consome Cocaína, MD, LSD

'Os ácidos queimam mais a cabeça'

Tiago, de 16 anos, está visivelmente cansado ao sair de uma festa na zona de Lisboa: «Aqui gasta-se muita energia. É a noite toda a dançar». Envolveu-se no mundo das drogas com apenas 14 anos, ao experimentar haxixe. Desde aí diz que já consumiu haxixe, erva, LSD, MD e cocaína. «Habitualmente consumo haxixe. MD, só nas festas e ácidos (LSD), só uma vez ou outra na casa de amigos. Cocaína só experimentei uma vez e não quero mais», conta ao SOL. Diz que o MD lhe dá energia.

«O corpo fica completamente enérgico e só queres curtir. E admite que os ácidos são mais perigosos. «Os ácidos queimam mais a cabeça. Ficas a alucinar com tudo e isso pode dar bom ou mau resultado». Consome MD por via nasal para «bater mais e mais rápido».

Luís, 17 anos

Consome Haxixe e MD

'Às vezes fico enjoado'

Para Luís, de 17 anos, a droga é «o fruto proibido mais apetecido». Consome haxixe e MD quando sai à noite e nas férias.

Apesar de dizer que «o MD é uma droga de diversão - a música, a noite, as luzes, tudo fazem querer mexer» -, admite que as consequências físicas podem ser desagradáveis quando passa o efeito. «Às vezes fico enjoado e com dores de cabeça».

sonia.balasteiro@sol.pt


Fonte:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=17376

terça-feira, 19 de abril de 2011

Piercings e tatuagens

A meu ver todas as decisões morais que o cristão pense em tomar devem começar na Palavra Daquele que sabe tudo (o Senhor Jesus Cristo), e não nas opiniões dos homens falíveis.O que é que Deus diz acerca disto?

Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor. (Levítico 19:28)

Muitas vezes Deus alerta-nos para comportamentos que em si não são maus mas que podem causar o desvio dos fracos na fé (ou causar confusão àqueles que não conhecem a Cristo). Por exemplo, o Apóstolo Paulo diz

Pelo que, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para não servir de tropeço a meu irmão. (1 Cor 8:13)

Não há nada de mal em comer carne, mas se tal comportamento levar a que um irmão esmoreça na fé, o Apóstolo Paulo diz que não comerá a carne. O princípio aqui é o de que há actividades que em si não são pecado mas que podem ser formas que o homem use para se afastar de Deus.

A práctica de marcar o corpo está Biblicamente e historicamente associada à prácticas pagãs e à adoração de deuses alheios. Deus proibiu o Seu Povo de seguir o erro dos pagãos como forma de separá-los das nações (Lev 19:28). Hoje em dia o motivo da marcação do corpo não é o de adoração de deuses alheios (embora em certos casos, haja algo de idólatra nessa práctica) mas sim o suposto “embelezamento” do mesmo. No entanto, a Palavra de Deus diz:

Abstende-vos de toda espécie [aparência] de mal. (1 Tessalonicenses 5:22)

Repara que neste verso, Deus manda que não só nós nos separemos do mal, mas também de tudo o que aparenta o mal.

Por exemplo, imagina um casal de namorados cristãos que acredita e practica a abstinência, mas que tem por hábito passar a noite na casa de um ou de outro. Embora eles possam não fazer nada de mal, para as pessoas que os vêem a agir deste modo vai ser difícil fazer-lhes vêr que, apesar do que aparenta, o casal cristão practica o superior comportamento da abstinência. O que aparenta vai ser a causa de confusão e não o que está de facto a ser feito.

O mesmo se passa com as tatuagens. O que aparenta vai falar mais alto do que aquilo que o cristão verdadeiramente acredita.

O comportamento bíblico no caso das tatuagens é o de rejeitá-las a todas por completo, mesmo que uma delas seja “Deus é Amor”. O descrente não vai olhar para isso como uma declaração de amor pelO Pai, mas sim como uma evidência de que “não há nada de mal em marcar o corpo com coisas de que se acredita.

Nós sabemos que isso não é verdade, e como tal, para que o nosso comportamento não seja pedra de tropeço para almas pelas quais o Senhor Jesus Cristo morreu, o melhor é deixar o corpo vazio de tatuagens.

Uma tatuagem é uma declaração de algo em que se acredita, sendo que a maioria delas é feita com o expresso propósito de exibi-las. Se o cristão quer declarar ao mundo que ele ama o Criador, o melhor é colocar marcas no seu espírito e exibir essas “marcas” com o seu comportamento.

O mesmo se aplica ao piercing.

Em termos de SAÚDE:

A popularização de tatuagens e piercings cresceu tanto entre os jovens que atualmente é mais fácil encontrar alguém que já tenha feito pelo menos um dos procedimentos do que pessoas que nunca se submeteram a estes.

Entretanto, os especialistas advertem que não é tão simples nenhuma das duas condutas, como muitas pessoas consideram, já que há riscos à saúde e o modismo pode se reverter em um problema.

Visto que as tatuagens têm relação com agulhas e com o sangue, elas englobam vários riscos. Entre eles, a transmissão de doenças como a hepatite, a tuberculose e possivelmente o vírus HIV. Quando os tatuadores adotam todos os procedimentos de esterilização e higiene, os riscos de transmissão de doença são relativamente pequenos. Segundo os Centros para controle e prevenção de doenças - CDC (site em inglês) não há registro de nenhum caso de transmissão de HIV por tatuagem. Contudo, os médicos alertam que práticas não-estéreis podem levar à transmissão de sífilis, hepatite B e outros organismos infecciosos.

Novas tatuagens podem infeccionar, sobretudo se não receberem o devido cuidado posterior. Algumas pessoas também têm reações alérgicas às tintas usadas para tatuar. Embora os pigmentos usados sejam aprovados pelo U.S. Food and Drug Administration (FDA) para outras finalidades, o FDA não regulamenta as tintas de tatuagem. Finalmente, algumas pessoas sentem dor ou ardor durante exames de ressonância magnética (MRI) em conseqüência dos pigmentos metálicos. Alguns médicos também descrevem interferência e imagens distorcidas de ressonância magnética em conseqüência de pigmentos usados na maquiagem definitiva.

A dermatologista Flaviane Farias explica que a pele é uma área suja, que tem barreiras de proteção natural. Mas, essa barreira pode não ser o suficiente nesse tipo de procedimento para impedir a contaminação. Mesmo que haja assepsia, a tatuagem e o piercing são invasivos, afirma a médica.

Além disso, a maioria dos Estados norte-americanos adota restrições sobre a doação de sangue por pessoas tatuadas. Por causa do perigo da hepatite, a Cruz Vermelha americana não aceita sangue doado por alguém tatuado no ano anterior, a menos que o estúdio em que foi feita a tatuagem seja regulamentado por leis estaduais. Porém, a maioria dos Estados não controla os estúdios de tatuagem. [ref - em inglês]

De acordo com a médica, há registro de pessoas que necessitaram de internação para cuidar da inflamação provocada por bactéria contraída com a colocação de piercing e outras submetidas à cirurgia.

Em termos psicológicos:

De acordo com um estudo norte-americano realizado em 2006, publicado no site Banco de Saúde, os principais motivos que levam as pessoas a fazer uma tatuagem são: se sentir únicas (44%); se sentir independente (33%) e chamar a atenção para uma determinada experiência de vida (28%). Entretanto, essa mesma pesquisa revelou que muitas pessoas querem remover suas tatuagens principalmente porque enjoaram, sentem vergonha, sofrem preconceito ou não conseguem usar determinados tipos de roupa. Outro dado relevante evidenciado pelos pesquisadores é que muitos indivíduos “mudaram sua identidade” e queriam remover suas tatuagens porque elas não combinavam mais com quem essas pessoas são atualmente.

domingo, 27 de março de 2011

Conclusão a uma reunião

REUNIÃO DE SACERDOTES DE PRISÕES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA) CONCLUSÕES DA REUNIÃO: · A religião muçulmana, é a que mais cresce em número nos Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários. · No mês passado, assisti a uma classe de treino, para manter minhas condições de segurança no departamento de prisões do estado. · Durante a reunião, foram apresentados três dos intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um pastor protestante e um imã muçulmano, que nos deram diversas explicações. Na minha qualidade de capelão, interessava-me sobretudo o que o imã islâmico diria. · O imã, fez uma completa e detalhada apresentação da sua religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos. · Depois das apresentações, foi concedido um tempo para perguntas e respostas. · Quando chegou à minha vez, perguntei ao imã: · Por favor, corrija-me se me engano, mas segundo entendo, a maioria dos imãs e clérigos do Islão, declararam a “JIHAD” (guerra santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um lugar no céu. Se assim é... pode dar-me uma definição de infiel? · Sem discutir minhas palavras, o imã disse: “São os não crentes”. · Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos os seguidores de Alá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correcto? · A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar envergonhado respondeu: ASSIM É! · Acrescentei: pois bem senhor imã, tenho um verdadeiro problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse a todos os católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley ordenasse a todos os protestante que fizessem o mesmo para também poderem ir para o céu... · O imã ficou mudo. · Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo, quando o senhor e os seus colegas, dizem aos seus pupilos que me matem. O que preferiria o senhor: a Alá que lhe ordena matar-me para poder ir para o céu ou a Jesus que me ordena amá-lo a si, para que eu vá para o céu e o leve comigo. · Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio, quando o imã inclinou a cabeça de vergonha. Rick Mathes – Capelão de prisões (USA) “OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS! (Dr. Martin Luther King) http://www.breakthechain.org/exclusives/rickmathes.html

terça-feira, 15 de março de 2011

Divórcio

O Divórcio

O que Deus diz sobre o divórcio

As estatísticas de divórcio são assustadoras. Elas reflectem falta de respeito, na sociedade moderna, pela vontade de Deus. A prevalência do divórcio entre as pessoas chamadas por Deus é ainda mais alarmante. Lembramo-nos tristemente que muitos que dizem servir a Deus não odeiam o que ele ardentemente detesta (Malaquias 2:16; Apocalipse 2:6).

Apesar dos esforços humanos para esquivar da vontade de Deus, podemos entender e seguir seu ensinamento sobre casamento, divórcio e novo casamento. Considere estes fatos fundamentais

Deus fez o casamento para durar uma vida inteira

A vontade básica de Deus a respeito do casamento permanece inalterada desde o Éden. Jesus baseou seu ensinamento no princípio revelado em Gênesis 2:24 (Marcos 10:6-9). Paulo usou o mesmo princípio, claramente entendido em Romanos 7:2-3. Uma vez que o casamento dura somente até a morte (Mateus 22:30), as pessoas que enviúvam ficam livres para se casarem novamente (veja 1 Coríntios 7:39; 1 Timóteo 5:14).

O divórcio sempre envolve pecado

Em termos gerais, Deus proíbe o divórcio (1 Coríntios 7:10-11). Mesmo nos casos em que ele permite o divórcio e novo casamento (a ser examinado em breve), uma das pessoas pecou contra Deus e o companheiro.

Onde o adultério não está envolvido, a decisão de divorciar é um ato de rebelião contra o Senhor.

Aos olhos de Deus, não há tal coisa como divórcio "sem culpa."

Alguns torcem o comentário de Paulo em 1 Coríntios 7:11: (" Se, porém, ela vier a separar-se, que não se case, ou que se reconcilie com seu marido") para dizer que ele está sancionando o divórcio. Eles sugerem que, se o divorciado não se casar, a separação é permitida. Podemos ver claramente a falácia de tal argumento comparando a estrutura desta passagem com 1 João 2:1-2.


Considere o paralelo óbvio:

1 Coríntios 7:10-11: "...não se separe...se, porém, ela vier a separar-se, que não se case... ou que se reconcilie com seu marido".

1 João 2:1-2: ".. não pequeis. Se ... alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai".

Pecado é errado em 1 João 2:1-2 e a separação é errada em 1 Coríntios 7:10-11.

Processo contra o Prior de Trancoso

Sentença de 1587 - Trancoso, Portugal Arquivo Nacional da Torre do Tombo SENTENÇA PROFERIDA EM 1587 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO (Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7) "Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas. Total: duzentos e noventa e nove, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres". Não satisfeito tal apetite, o malfadado prior dormia ainda com um escravo adolescente, de nome Joaquim Bento, que o acusou de abusar em seu vaso, nefando noites seguidas quando não estavam lá as mulheres. Acusam-no ainda dois ajudantes de missa, infantes menores, que foram obrigados a servir de pecados orais, completos e nefandos, pelos quais se culpam em defeso de seus vasos intocados, apesar da malícia exigente do malfadado prior. Agora vem o melhor: "El-Rei D. João II perdoou-lhe a morte e mandou-o pôr em liberdade, aos dezassete dias do mês de Março de 1587, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e, em proveito de sua real fazenda, o condena ao degredo em terras de Santa Cruz, para onde segue a viver na vila da Baía de Salvador como colaborador de povoamento português. El-rei ordena ainda guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo". (E-mail recebido de um amigo) Publicado em www.jurisciencia.com

Assim vai o nosso mundo...

Relatório desmascara materiais extremamente explícitos de educação sexual para as crianças da Inglaterra

Rebecca Millette


11 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um relatório lançado na Inglaterra no começo desta semana, chamado “Too Much, Too Young” (Material pesado demais para crianças muito novas), desmascara a natureza extremamente explícita de materiais de educação sexual que órgãos públicos estão impondo em crianças de escolas a partir dos 5 anos de idade. Entre outras coisas, os recursos polêmicos ensinam as crianças sobre sexo oral e anal, assim como prostituição, masturbação e “sexo heterossexual e gay” e inclui descrições e representações explícitas de intercurso sexual, bem como filmagens reais de adultos de frente em total nudez.

A questão da educação sexual é um tema de muita controvérsia na Inglaterra com o debate recente de um projeto de lei, na Câmara dos Deputados, que institui a educação sexual compulsória. Embora o governo de coalizão tivesse dito que a educação sexual não seria obrigatória nas escolas de ensino fundamental, a coalizão está, no meio tempo, inspecionando as normas e materiais de educação. Mesmo sem uma mudança na lei, os grupos que defendem a família estão preocupados com quais normais a coalizão poderá colocar no lugar.

O Instituto Cristão, uma organização que defende os direitos dos cidadãos, publicou o extenso relatório na quarta-feira, junto com as 16 comissões públicas que estão defendendo os programas. “Se a educação sexual for forçada nas escolas de ensino fundamental mediante uma mudança na lei, esperamos que o uso desses recursos se torne generalizado”, disse o relatório.

Entre os recursos explícitos destacados no relatório está o livro “How did I begin?” (Como foi meu começo?), escrito por Mick Manning e Brita Granström, o qual inclui ilustrações de um casal num abraço íntimo na cama, com uma descrição explícita do intercurso sexual e da liberação de esperma. O livro também fornece definições das palavras “ereção”, “orgasmo”, “masturbação” e “prostituta”.

Outro livro, “Where did I come from?” (De onde vim?), escrito por Peter Mayle, tem ilustrações da parte da frente inteira de um casal e informa as crianças de que a sensação do sexo é como “titilação” e é semelhante à “ação de pular” porque “não dá para você fazer isso o dia inteiro”.

“A maioria dos pais ficaria profundamente transtornada se esses materiais fossem usados com seus filhos em idade do ensino fundamental”, disse Mike Judge, diretor de comunicações do Instituto Cristão no comunicado à imprensa sobre o relatório.
Nick Seaton, da Campanha para a Real Educação, comentou: “Alguns desses materiais podem destruir a infância das crianças se as desnortearem demais”.

Os materiais de educação sexual voltados para crianças entre as idades de 7 a 11 anos estão se tornando ainda mais explícitos. Um vídeo produzido pela BBC Active mostra adultos de frente em nudez total, e dá ilustrações e explicações detalhadas do intercurso sexual.

O livro “Let’s Talk About Sex” (Vamos conversar sobre sexo), escrito por Robie H. Harris, lida com o tema de “sexo heterossexual e homossexual” para crianças a partir de 7 anos de idade. Crianças podem ser curiosas sobre crianças do mesmo sexo, explica o capítulo. “Elas podem olhar e até mesmo tocar o corpo umas das outras. Isso é um tipo normal de investigação”.

“Se os órgãos públicos acreditam que esses recursos são apropriados para crianças novas, evidentemente há um problema com o bom senso deles e mais controle precisa ser dado aos pais”, disse Mike Judge do Instituto Cristão.

“Os pais precisam ter o direito de ser plenamente consultados sobre os materiais escolares. Eles têm o direito de inspecioná-los, e vetar tudo o que seja impróprio. Esses direitos não devem existir simplesmente no papel. Consulta aos pais é algo importante e deve ser posto em execução”.

Dentro do relatório “Material pesado demais para crianças muito novas”, o Instituto Cristão disse que o Fórum de Educação Sexual, um órgão que produziu uma lista de recursos que incluía várias publicações explícitas dentro do relatório, “crê que todas as crianças e jovens têm o direito” a uma educação sobre sexo e relacionamentos.

A Associação de Planejamento Familiar, disse o relatório, exigiu que “todas as crianças e jovens” recebessem educação sexual “na escola como assunto curricular obrigatório por lei”.

Enquanto isso, o Ministério da Educação disse: “Por lei, as escolas devem garantir que as aulas de educação sobre sexo e relacionamentos (ESR) sejam apropriadas para a idade e maturidade dos alunos”. Os professores têm o papel de “usar seu bom senso profissional”, mas os pais “detêm o direito de remover seus filhos” de qualquer aula de educação sexual “se estiverem descontentes com o ensino”.

Norman Wells, diretor da Fundação de Educação de Família disse: “É vital que as escolas nunca deixem de prestar contas a nível local e, em consonância com a lei, garantam que as crianças sejam protegidas de ensinos e materiais impróprios, tendo consideração pela idade e formação religiosa e cultural delas”.

“Um número elevadíssimo de autoridades está seguindo a liderança do Fórum de Educação Sexual — um órgão que inclui organizações que incentivam experiências sexuais e tem como objetivo demolir os padrões morais tradicionais”.


O relatório “Material pesado demais para crianças muito novas” inclui aviso para os pais sobre como agir no debate sobre a educação sexual, inclusive fazendo contato com parlamentares e, como último recurso, entrando com queixas legais.

Leia o relatório completo. Aviso: Contém material explícito que não é apropriado para crianças. http://www.christian.org.uk/wp-content/downloads/toomuchtooyoung_censored.pdf
(se não conseguir aceder, peça que eu envio).

Artigos relacionados: (para ler estes artigos deve aceder ao site: http://noticiasprofamilia.blogspot.com)

- Mãe de 12 é presa na Alemanha por recusar matricular filhos em aulas de educação- sexual

- Publicações do governo alemão promovem pedofilia e incesto como se fossem educação sexual saudável

-Projeto de lei de educação sexual obrigatória na Câmara dos Deputados da Inglaterra

-Alemanha prende oito pais evangélicos por tirarem filhos pequenos de aula de educação sexual

-“As escolas precisam ensinar sobre orgasmos” diz sindicato de professores americanos para a ONU

-Países criticam fortemente tentativas de criar novo “direito” à educação sexual na ONU

-Educação sexual homossexual tem de ser obrigatória

-Relatório da UNESCO/FNUAP pede educação sexual explícita para todas as crianças do mundo acima de cinco anos

-Mil meninas inglesas com menos de 12 anos receberam prescrição médica de contraceptivos hormonais no ano passado

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/


Ajude quem precisa...

Se puder ajude o Filipe Arez. Este caso não é engano. Conheço pessoalmente a família.

Ajudar custa tão pouco...

Site: http://www.sonharepreciso.com/