sábado, 29 de janeiro de 2011

Música edificante

"Até Tocar o Céu" - Eyshila




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PATERNIDADE ANÓNIMA

Estudo aqui: http://www.familyscholars.org/assets/Donor_FINAL.pdf

FIFTEEN MAJOR FINDINGS:
http://www.familyscholars.org/assets/Donor_15findings.pdf

O aumento constante de inseminações artificiais e a utilização de esperma de doadores está levando a um crescente número de crianças que não conhecem a identidade de seus pais biológicos. Uma recente pesquisa considera que as consequências disso são refletidas na vida adulta.

Um estudo publicado pela Commission on Parenthood's Future (My Daddy's Name is Donor: A New Study of Young Adults Conceived Through Sperm Donation - O nome de meu pai é Doador: Um novo estudo sobre adultos jovens concebidos por doação de esperma), tem como autores Elizabeth Marquardt, Norval D. Glenn e Karen Clark.

Segundo o estudo, entre 30 mil e 60 mil crianças nascem a cada ano nos Estados Unidos por meio de doação de esperma. Trata-se, contudo, de uma estimativa por baixo, pois nenhum organismo recolhe estatísticas deste procedimento. Além disso, este é o primeiro estudo sério para avaliar o bem-estar de quem agora é adulto. A pesquisa também comenta que a doação de esperma é um fenômeno internacional. Pessoas de todo o mundo buscam doadores de esperma nos Estados Unidos devido à falta de regulamentações, e países como Dinamarca, Índia e África do Sul proporcionam também doadores de esperma para um crescente mercado de turismo de fertilidade.

Os autores fazem uma interessante comparação entre doação de esperma e adoção. A adoção é regida por normas estritas. Os pais adotivos são estudados de forma cuidadosa antes de adotar. Quando se trata da doação de esperma, pelo contrário, as mulheres vão buscar doadores em catálogos on-line que comparam qualidades físicas, inteligência e níveis profissionais, e tudo que necessitam fazer é pagar a transação.

Apesar da comparação com a adoção, os autores observam que com muita frequência seus amigos e colegas comentavam que a doação de esperma é quase como uma adoção. Para começar, esta não leva em conta as dificuldades que muitas crianças adotadas enfrentam com separações de suas origens biológicas, afirma a pesquisa.

Além disso, as crianças adotadas podem se conformar pensando que talvez suas mães os entregaram após uma luta difícil ou devido à circunstâncias extremas. Com a concepção de doador, a criança se dará conta de que somente foi uma transação comercial sem que o doador nunca pensasse em tê-la.

Danos

Para estudar a situação dos adultos concebidos por meio da doação de esperma, os autores entrevistaram mais de um milhão de lares e, depois, apresentaram uma mostra representativa de 485 adultos entre 18 e 45 anos que diziam que suas mães haviam utilizado esperma doado. Foram comparados com um grupo de 562 adultos que foram adotados quando crianças, e 563 adultos que cresceram com seus pais biológicos.

"Aprendemos que, em média, os adultos jovens concebidos por meio da doação de esperma sofrem mais, estão mais confusos e se sentem mais isolados de suas famílias", indica a pesquisa.

Não menos de 65% dos adultos concebidos por estas doações concordaram durante a entrevista com a seguinte afirmação: "O doador de esperma é a metade do que sou hoje". As mães ainda admitem sua curiosidade por saber quem são os pais de seus filhos.

Um pouco menos da metade destes adultos expressou seu mal-estar com suas origens. Muitos deles afirmaram que têm uma preocupação frequente.

Alguns deles se sentem como monstros - o resultado de experimentos de laboratório - enquanto que outros têm problemas de identidade. O fato de que o processo misture dinheiro também é fator de preocupação para muitos.

Outros expressaram seu mal-estar por terem sido um produto desenhado para satisfazer os desejos de seus pais. Não menos de 70% admitem ter perguntado como era a família de seu doador de esperma.

As preocupações da descendência dos doadores de esperma não se limitam a temas como a identidade ou a família, mas isso se estende ao médico. A pesquisa aponta que alguns doadores geraram dezenas de crianças, e há casos de cem ou mais. Assim que, adultas, estão preocupados por não conhecer seus meio-irmãos, ou que seus filhos possam se encontrar com o filho de um meio-irmão.

O tema da doação anônima de esperma tem sido um assunto polêmico em muitos países nos últimos anos. As críticas levaram Grã-Bretanha, Suécia, Noruega, Holanda, Suíça e algumas zonas da Austrália e Nova Zelândia a proibirem esta prática, observa a pesquisa. Nos Estados Unidos e Canadá, contudo, não existem restrições. A Igreja Católica se opõe a todos os procedimentos de inseminação artificial, mas como a pesquisa deixa claro, ainda que não se esteja de acordo com isso, há boas razões para estar a favor do direito das crianças saberem quem é seu pai e pôr fim à paternidade anônima.

A pesquisa também analisou temas sociais e psicológicos. Perguntados se antes dos 25 anos tiveram problemas com a lei, 21% dos filhos de doadores disseram que sim. Os números correspondentes aos filhos adotados e aos filhos que cresceram com seus pais biológicos foram de 18% e 11% respectivamente. Os resultados são similares para problemas como o álcool e o uso de substâncias.

Estes resultados permanecem constantes mesmo quando se controlam os resultados de variáveis sócio-econômicas e de outro tipo.

Em relação aos fatores variáveis, uma série de fatos interessantes surgiram no estudo. Por exemplo, 36% dos filhos de doadores disseram não ter crescido como católicos, em comparação com 22% das famílias adotivas e 28% que cresceram com seus pais biológicos. Esta é uma descoberta que chama a atenção, comenta a pesquisa, dada a oposição da Igreja Católica perante este tipo de prática.

32% dos adultos filhos de doadores disseram que o catolicismo é sua religião. Em contrapartida, um grande número de católicos nos outros dois grupos de controle havia abandonado a Igreja.

Segredo

Outra dificuldade que os filhos de esperma doado sofrem é o segredo sobre suas origens. Na maioria dos casos, os pais deixam que os filhos criem a princípio a ideia de que estão biologicamente relacionados com ambos. Logo, quando a criança descobre finalmente a verdade, sente que foi enganada e que a relação com o pai está adulterada. Isso gera desconfiança. 47% deles declaram que, enquanto cresciam, sua mãe havia mentido sobre temas importantes.

Isso tem como elemento de comparação 27% para os que foram adotados e 18% para os que cresceram com seus pais biológicos. A preocupação de que o pai tenha mentido mostra resultados similares.

Não é de surpreender que uma grande maioria dos adultos concebidos por meio da doação de esperma expresse seu apoio a saber tudo. Isto inclui a identidade do doador e o direito a ter algum tipo de relação com ele. Também dizem que queriam saber sobre a existência e o número de seus meio-irmãos. Atualmente, a lei nos Estados Unidos não dá nenhum destes direitos. Protege, de fato, os doadores e as clínicas de fertilidade, à custa das crianças concebidas.

Mas os problemas não terminam com o segredo. Os resultados do estudo mostraram que 44% dos adultos concebidos por doação se sentiam cômodos com a concepção por doação, sempre que os pais digam a verdade a seus filhos, preferencialmente desde pequenos. Contudo, 36% tinham reservas, ainda que seus pais dissessem a verdade, e 11% afirmaram que isso é difícil para os filhos, ainda que os pais lidem bem o assunto.

De fato, a pesquisa comenta que "somente a franqueza não parece resolver as potenciais perdas, a confusão e os riscos que derivam de filhos concebidos deliberadamente faltando ao menos um de seus pais biológicos".

A pesquisa conclui com uma série de recomendações. Entre elas estava a observação sobre a questão do histórico médico, fundamental para determinados tratamentos. E ainda questionava: "Uma boa sociedade pode criar intencionalmente filhos desta forma?" Uma pergunta digna de reflexão.

«Eu não sigo escolas. As escolas morreram. Nós os novos só procuramos a originalidade.» Amadeo de Souza Cardoso

"Há Homens que lutam um dia, e são bons;
Há Outros que lutam um ano, e são melhores;
Há Aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há Os que lutam toda a vida
Estes são Os imprescindíveis"

B. Brecht

O DIREITO DE CULTUAR A DEUS COM CÂNTICOS SEM TER DE PAGAR POR ISSO

Uma ameaça à liberdade de consciência, religião e culto nunca vem só.

Já não bastavam as objecções que as autarquias locais continuam a levantar à instalação de igrejas em espaços urbanos adaptados para o culto, os ventos ameaçadores que sopram de Bruxelas contra a liberdade de expressão em matéria de fé, a crescente secularização dos espaços públicos e a ausência de protecção efectiva da objecção de consciência por motivos religiosos, só para citar alguns dos maiores problemas que as igrejas e comunidades religiosas enfrentam, voltam agora a bater-nos à porta para pedir que paguemos uma licença se quisermos cantar hinos religiosos durante os actos de culto a Deus.
Não é novidade. Já aconteceu no passado e a Aliança Evangélica Portuguesa recusou-se a pagar. E tal como no passado a Aliança Evangélica Portuguesa continuará a resistir à tentativa de cobrança de alegados direitos de autor sobre os hinos que se venha a cantar em cerimónias religiosas.
Salvo melhor opinião, não há lugar ao pagamento de licenças para se cantarem hinos durante cerimónias de carácter religioso. De acordo com o Código dos Direitos de Autor “São lícitas, sem o consentimento do autor, a execução e comunicação públicas de obras de carácter exclusivamente religioso durante os actos de culto ou as práticas religiosas”.
Cada igreja é autónoma e no exercício da sua liberdade tomará a decisão que entender que melhor se adequa ao seu caso, no respeito pela lei. A Aliança Evangélica Portuguesa, como federação de igrejas, entende que o pagamento de licença para cantar não tem fundamento legal e por essa razão se absterá de pagar o que não é devido.
Mais informações em www.portalevangelico.pt
P'la Assessoria de Comunicação da AEP,
Sara Narciso (217710530)

Aconteça o que acontecer, não desista!

O novelista Oscar Wilde escreveu: “Experiência é o nome que todo o mundo dá aos próprios erros.” Embora essa observação de Wilde oculte uma farpa, insinuando que as pessoas sempre encontram uma desculpa para o que fizeram, também salienta uma verdade que, em essência quer dizer: “Fracassar é aprender uma lição valiosa”.

O fracasso raramente é fácil de se admitir e geralmente é desencorajador. Quando falhamos, com frequência enfrentamos a tentação de desistir, frustrados. Mas o fracasso faz parte da vida tanto quanto a respiração. Diante dele, devemos retroceder – voltar ao ponto em que começámos e tentar novamente, esperando alcançar sucesso nessa e em futuras tentativas.

Se você pensar seriamente sobre isso, verá que somos como crianças, tentando novamente. Considere o seguinte:

Todos nós caímos na primeira vez que tentámos andar.
Todos nós quase nos afogámos na primeira vez que tentámos nadar.
Quase todos erramos na primeira vez que tentamos rebater ou chutar numa bola.
Rowland Hussey Macy, fundador da primeira loja de departamentos da América, fracassou sete vezes, antes que a sua loja se tornasse um sucesso.
O novelista John Creasey recebeu 743 cartas de recusa; passou então a escrever os seus 562 best-sellers.

Como responde aos reveses na sua vida? Retrai-se, desencorajado, com medo de arriscar-se a um novo fracasso ou reúne toda a sua determinação para tentar outra vez, encarando o desafio com mais empenho, cheio da expectativa do sucesso?

Atente para o excelente conselho de Paul S. Rees: “Deus pode transformar os nossos fracassos emsucessos; os nossos medos em coragem; pode tomar os nossos pré-julgamentos e fundi-los com o Seu amor; pode envolver-nos quando nos afastamos totalmente d’Ele e de nossas obrigações e estender uma mão resgatadora sobre nós; pode fazer-nos voltar e encarar a tarefa que nos intimidava e subjugar o inimigo que nos abatia.”

Não estamos sós em nossas lutas. Considere a animadora palavra que Deus nos fala através da Bíblia, para os tempos de lutas:
“Não temas, pois Eu estou contigo; não tenhas medo, pois sou o teu Deus. Eu te fortalecerei e te ajudarei; Eu te segurarei com a Minha mão direita vitoriosa”
Isaías 41.10

A resposta correcta. Reagir apropriadamente a fracassos e reveses é mais do que apenas buscar a vitória. É ajudar a tornarmo-nos melhores, construindo em nós um carácter mais vigoroso. Tiago declara isto do seguinte modo: “Meus irmãos, fiquem muito alegres por terem que passar por todo o tipo de provações, sabendo que aprendem a perseverar quando a sua fé é posta à prova. Mas é preciso que a perseverança complete a sua obra em vós, para que sejam homens completos eautênticos, sem nenhuma deficiência”
Tiago 1.2-4

Colocando a fé no lugar correcto. Fé - não somente em nós mesmos e em nossas capacidades, mas mais importante ainda, em Deus que controla todas as circunstâncias - é crucial se quisermos vencer num mundo adverso que não se importa com o nosso sucesso e parece contribuir para o nosso fracasso. Deus declara em Jeremias 29.11: “Conheço os meus projectos sobre vós: são projectos de felicidade e não de sofrimento, para dar-vos um futuro e uma esperança”.


Robert D. Foster

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Condução sem multa

Condução na faixa do meio? Dá multa de 300 euros.
Repassem à maior quantidade de gente que puderem.
Finalmente alguém fala disto.
Aprendam de uma vez por todas a andar na estrada.
Condução na faixa do meio? Dá multa de 300 euros.
Já não era sem tempo... é longo mas devem ouvir até ao fim.
Faixa do meio = 300 euros de multa.

Link:
http://www.youtube.com/watch?v=iqHVyy01Q5Q

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Puto Inteligente

A professora estava com dificuldades com um dos alunos.

- Lucas, qual é o problema?

- Sou demasiado inteligente para estar no primeiro ano. A minha irmã
está no terceiro ano e eu sou muito mais inteligente do que ela, quero
ir para o terceiro ano também!

A professora vê que não vai conseguir resolver o problema e manda-o
para o conselho directivo.

Enquanto Lucas está na sala de espera, a professora explica a situação
ao director, este decide fazer um teste ao miúdo.

A professora então chama o Lucas e explica-lhe que lhe vão fazer um
teste e caso ele responda correctamente a todas as perguntas passará
automaticamente para o terceiro ano.

O Director começa:

- Lucas, quantos são 3 vezes 3?

- 9.

- E quantos são 6 vezes 6?

- 36.

E o director continua com as perguntas a que um aluno do terceiro ano
deve saber responder e Lucas não erra nada. O director diz para a
professora:

- Acho que vamos mesmo ter que passar o Lucas para o terceiro ano.

- Posso fazer algumas perguntas também, Sr.Director? Pergunta a professora.

O director concorda e a professora começa:

- A vaca tem quatro e eu só tenho duas o que é?

Lucas pensa um instante e responde:

- Pernas.

Ela faz-lhe outra pergunta:

- O que é que tu tens nas tuas calças que eu não tenho nas minhas?

O director arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...

- Bolsos. Responde Lucas.

- O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás no homem?

Estupefacto com as questões, o director prende a respiração...

- A letra "M". Responde o miúdo.

A professora continua o questionário:

- Onde é que a mulher tem o cabelo mais encaracolado?

- Em África.

- O que é que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?

- O verniz.

- O que é que as mulheres têm no meio das pernas?

- Os joelhos.

- O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?

- A cama.

- Qual o monossílabo técnico que começa com a letra C e termina com a
Letra U e ora está sujo ora está limpo?

- O céu.

- O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já
dei a várias pessoas?

- CD.

Não se contendo mais, o director interrompe, respira aliviado e diz à
professora:

- Ponha o Lucas no quarto ano. Até agora EU errei todas!

A Minha Música Preferida



Bastante antiga, mas muito tocante!