sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Nascimento indevido

A Sentença de um Não-Aborto ou o Aborto de uma Não-Sentença
P. Gonçalo Portocarrero de Almada

O Supremo Tribunal de Justiça espanhol condenou uma administração regional de saúde e um laboratório a pagar uma pensão mensal vitalícia a uma criança nascida com síndrome de Down e, ainda, uma indemnização de 150 mil euros aos pais. Quer a pensão, quer a indemnização, são uma compensação pelo nascimento «indevido» do filho, que teria sido abortado se os pais tivessem conhecido a sua deficiência, a tempo de interromper legalmente a respectiva gravidez. Contudo, a negligência do laboratório impediu detectar o mongolismo da criança, pelo que se deu o seu «indevido» nascimento. Mas o dito supremo tribunal decidiu não só responsabilizar os organismos de saúde responsáveis pelo desconhecimento dessa penosa malformação congénita, como também indemnizar os pais pelo facto de, por este motivo, a não terem podido abortar.

Compreende-se que uma entidade especializada em diagnósticos pré-natais seja responsabilizada por um erro grosseiro, como foi, neste caso, ao que consta, uma troca de análises. O que já não parece razoável é que seja atendível juridicamente a pretensão de eliminar um filho, à conta de uma sua deficiência congénita com que não se contava e que, em teoria, poderia ter sido conhecida a tempo de interromper legalmente a dita gravidez. O Supremo Tribunal de Justiça hispânico, ao proceder deste modo, está na realidade a reconhecer um pretenso «direito à morte» do filho deficiente, o que, em termos práticos, implica a institucionalização jurídica do homicídio como um direito – talvez algum dia elevado à condição de direito fundamental ou, até, do mais desumano dos direitos humanos – e uma consagração jurídica do princípio da exterminação dos seres humanos portadores de graves limitações.

Se houve troca de dados, isto é, se houve um casal que ficou sem saber que o seu filho padecia trissomia 21, houve necessariamente outro que foi erradamente informado de que o filho tinha esta anomalia, não a tendo. Seria portanto lícito que também estes pais exigissem uma indemnização pelo erro laboratorial de que foram igualmente vítimas e que, supostamente, lhes terá causado não pouco sofrimento.

Mas – pode-se perguntar – que aconteceria se estes segundos pais alegarem agora que, por razões económicas prementes, era sua intenção inicial abortar legalmente o filho, mas que, depois de erradamente informados de que o mesmo era mongolóide, por compaixão acabaram por decidir não o fazer? Poderiam, agora, também eles exigir responsabilidades ao Estado e ao laboratório pelo «indevido» nascimento de um filho que, de outro modo, não teria sido dado à luz?!

Qualquer que seja a resposta a estas questões, uma coisa é certa: se, para o ordenamento jurídico, alguém inocente pode viver «indevidamente», então não há ninguém que possa viver «devidamente» e a vida é, juridicamente, não um direito inalienável da pessoa humana, mas tão só mais um interesse em jogo e, como tal, negociável.

Numa sociedade que não valoriza a vida humana, que subestima os portadores de deficiências profundas e aceita a sua inócua eliminação pré-natal ou terminal, não será de estranhar que, com este bizarro precedente, apareçam indivíduos sem escrúpulos apostados em fazer render, como no caso em apreço, um seu suposto «direito à morte». Afinal de contas, um filho deficiente que aufere mensalmente uma pensão vitalícia três vezes maior do que o salário mínimo nacional e ainda oferece o bónus de 150 mil euros a seus pais, é – não obstante a infelicidade da sua deformação, que obviamente nenhuma quantia, por avultada que seja, pode compensar – um «rico» filho. Sobretudo se comparado com tantas crianças em situação análoga que, contudo, não auferem o tratamento de excelência a que também teriam direito e cujas famílias são praticamente ignoradas pelo Estado, talvez pelo facto destes pais terem desejado, recebido e amado esses filhos desde os primórdios da sua gestação, com todas as suas particularidades que, como é evidente, em nada afectam a sua dignidade.

O rei Salomão, que a Bíblia exalta pela sua justiça e sabedoria, identificou a verdadeira mãe de um recém-nascido, reivindicado por duas mulheres, como sendo aquela que antes o queria são e salvo nas mãos de outra pessoa, do que morto em seu poder. Alguém que invoca a posteriori um pretenso «direito à morte» de um seu filho, seja ele qual for ou como for, certamente não merece um tão grande dom. Talvez não se possam evitar estas monstruosidades, mas é lamentável que a justiça se rebaixe ao extremo de legitimar tais propósitos.

De Espanha, decididamente, nem bons ventos, nem «indevidos» nascimentos…

domingo, 14 de novembro de 2010

Educação de Filhos

A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia...

Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08.

O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso".
Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.

Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.
• 1º- lugar: Sigmund Freud;
• 2º- lugar: Gustav Jung;
• 3º- lugar: Içami Tiba.

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento.O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa... Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a ideia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.


Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."

Pensamento

Gostaria de compartilhar convosco um pensamento que um pastor amigo colocou no facebook:

“SÓ NÃO ERRA QUEM NÃO FAZ - Errar não só é humano, como necessário. O desenvolvimento e a aprendizagem ocorrem muito mais através da análise dos nossos erros do que pelo louvor de nossos acertos. É preciso ter a coragem de errar.”

Mesmo sendo cristãos erramos. É nossa capacidade de perdoar que nos deve distinguir.

Made In Portugal

O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egypt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France ) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic ), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China ).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapore) e um relógio de bolso (Made in Switzerland).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA ) na sua torradeira
(Made in Germany ) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain ), pegou na máquina de calcular (Made in Korea ) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand ) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India ), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel ), entrou no carro Saab (Made in Sweden ) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland ) e, após comer uma pizza (Made in Italy ), o Zé decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonesia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

Talvez este mail devesse ser enviado aos consumidores portugueses.

Estima-se que se cada português consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.

Dê preferência aos produtos de fabrico Português. Se não sabe quais são, verifique no código de barras. Todos os produtos produzidos em Portugal começam por 560...

Pastores e Mercenários

O Pastor e o Mercenário

Existem dois tipos de líderes na igreja do Senhor Jesus. Eles são muito semelhantes. Ambos cuidam de ovelhas e podem ser remunerados por isso. A simples observação do seu trabalho quotidiano pode não ser suficiente para diferenciá-los, a não ser em momentos de crise...
- O pastor ama as ovelhas. O mercenário ama o dinheiro.
- O pastor fará mais do que aquilo que dele se espera. O mercenário fará o mínimo possível, queixando-se ainda de andar cansado, de ter muito trabalho.
- O bom pastor dá sua vida pelas ovelhas, se for preciso (João 10:11). O mercenário tomará a vida das ovelhas para se beneficiar.
- É necessário que cada líder examine a si mesmo para reconhecer a qual grupo pertence. É importante que cada liderado reconheça o tipo do seu líder, pois isto terá consequências na vida de todos os envolvidos!
- Jesus disse que o mercenário foge quando o lobo vem (João 10:12 e 13). Então, o predador despedaça, devora e dispersa o rebanho. O falso pastor não tem condições de defender a igreja.
- O mercenário é um profissional do evangelho e só atende dentro do expediente combinado. O verdadeiro pastor também precisa de descanso e lazer, mas o falso vive para isso, fazendo os possíveis para que todos creiam que anda sempre ocupado e cheio de trabalho...
- O pastor é digno do seu salário, mas o mercenário só se esforça para aumentar os seus ganhos materiais, oprimindo as ovelhas para que contribuam sempre mais e mais, mesmo com sacrifício pessoal e familiar. Os sacrifícios são válidos, desde que sejam voluntários, feitos por amor, e não por força de ameaças, 'maldições' ou manipulação!
- O mercenário é "movido a dinheiro". Para alcançar os seus objetivos financeiros, torce as Sagradas Escrituras, colocando o assunto monetário onde ele não existe. Para isso, mata a hermenêutica, esquece a ética e despreza outros temas que seriam imprescindíveis à saúde do rebanho. Ao invés de mostrar o caminho do pomar, dá uma laranja (quando a dá!)...
- Os verdadeiros pastores, que já provaram seu amor pelas ovelhas, são merecedores de honra. A igreja deve valorizá-los, amá-los, orar por eles e ser submissa dentro dos parâmetros bíblicos.
- O questionamento de qualquer ministério é, quase sempre, repreendido pela frase: "Não toqueis nos ungidos do Senhor". Então, verdadeiros e falsos abrigam-se sob o manto do texto bíblico (ICr. 16:22). Mas o falso profeta e o mercenário nunca foram ungidos pelo Senhor. Existe também o caso dos ungidos que se desviaram do caminho, como ocorreu com Saul. De facto, não se pode sair por aí condenando as pessoas, pois corre-se o risco de cortar o trigo junto com o joio. Entretanto, precisamos identificá-los, para que não sejamos suas vítimas. Se não podemos condenar as pessoas, é certo e necessário que condenemos as suas falsas doutrinas. Devemos também impedi-los de propagá-las, sempre que possível, como recomendou Paulo:
"...Porque há muitos insubordinados, faladores vãos, e enganadores, especialmente os da circuncisão, aos quais é preciso tapar a boca; porque transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância..." (Tito 1:10 e 11).
Jesus disse que deveríamos identificá-los:
"...Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?..." (Mt. 7:15-16).
- Que frutos seriam esses? Atitudes, comportamentos, modo de vida, conforme a lista de requisitos que Paulo apresentou a Tito (1:5-8) e a Timóteo (I Tm. 3:1-13). Doutrinas estranhas podem ser a ponta do iceberg, mas é bom que se observe como o líder se comporta em relação ao sexo, dinheiro e poder!
- Por estas três coisas, muitos verdadeiros servos do Senhor caíram com os falsos na mesma vala, encontrando grande dificuldade para sair de lá e retomar o seu ministério. A infidelidade conjugal, a ganância financeira, a arrogância, a mentira, a difamação dos humildes e corrupção pelo poder político (ou eclesiástico) têm destruído muitas vidas.
- Poderíamos identificar os falsos líderes pelas suas mensagens, mas isto não é simples. O falso pode repetir muitas verdades bíblicas, encobrindo a heresia por muito tempo. Então sua identificação pode ser difícil. A respeito deles, o apóstolo Pedro escreveu:
"...Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita... Tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecar; engodando as almas inconstantes, tendo um coração exercitado na ganância, filhos de maldição..." (II Pd. 3:1,2,3,14).
- O modo de vida, portanto, pode ser um termómetro mais eficaz do que o discurso.
- Existe algo muito importante que mercenários e verdadeiros pastores têm em comum: as ovelhas não lhes pertencem. O dono do rebanho é o Senhor Jesus, o Sumo-Pastor (I Pd. 5:1-4). Quando ele voltar, exigirá a prestação de contas daqueles que cuidaram de sua igreja (Heb. 13:17). Ele perguntará pelas ovelhas maltratadas, feridas, esquecidas, desgarradas e perdidas (Ez. 34:10). São aquelas que deixaram a congregação porque não foram socorridas; não foram amadas. Outras tantas se perderam por motivos diversos, mas não foram procuradas nem resgatadas.
Aqueles que são fiéis no cuidado das ovelhas serão honrados pelo Senhor. Seu galardão está reservado nos céus, onde ninguém poderá tomá-lo. Aqueles que serviram com fidelidade, apascentando os cordeiros do Pai, ainda que com dor e lágrimas, serão recompensados na glória celestial.
MARANATHA!
Pst. João Viegas
(Copyright - Pst. Heliodoro Silva)

Pão Italiano

O médico namorava a enfermeira e ela engravidou!

Ele, não querendo que a sua mulher soubesse, deu dinheiro à enfermeira, pediu-lhe que fosse para a Itália e tivesse o bebé lá.
- Como é que aviso quando o bebé nascer?
- Manda um postal e escreve só ''Pão Italiano''. Eu cuidarei de todas as despesas da criança.
Passaram-se tempos e, um dia, quando o médico chegou a casa, a esposa disse-lhe:
- Chegou um postal de Itália e eu não consigo entender o significado
da mensagem.
Ele leu o postal e caiu no chão com um violento ataque cardíaco. Foi levado imediatamente para as urgências.
O cardiologista perguntou à esposa:
- Aconteceu alguma coisa que possa ter causado o ataque ?
- Não! Ele apenas leu este cartão postal que diz: "Cinco pães italianos: Três com chouriço e dois sem".

Só 15 euros!!!!

Só 15,00 €

Um homem chegou a casa tarde, vindo do trabalho, cansado e irritado, e encontrou o seu filho de 5 anos esperando por ele na porta de casa.

Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?

O que é? Respondeu o homem.

Pai, quanto é que você ganha por hora?

Isso não é da tua conta. Porque é que estás perguntando uma coisa dessas?

Respondeu o Pai em tom agressivo.

Eu só quero saber. Por favor, diga-me quanto é que o pai ganha numa hora?

"Se queres saber, eu ganho 15,00 € por hora."

Ah..." o menino respondeu, com a sua cabeça para baixo.

Pai, pode-me emprestar 7,50 €?

O pai ficou furioso, "Essa é a única razão pela qual me perguntaste isso? Pensas que é assim que podes conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou alguma outra coisa? Vai para o teu quarto e deita-te. Pensa sobre o quanto estás sendo egoísta. Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades.
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.

O Pai sentou-se e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do filho. Como ele ousa fazer tais perguntas só para conseguir algum dinheiro?

Após cerca de uma hora, o homem tinha-se acalmado e começou a pensar:

Talvez houvesse algo que o filho realmente precisava comprar com esses 7,50 € e ele realmente não pedia dinheiro com muita frequência. O homem foi para a porta do quarto do filho e abriu a porta.

Estás a dormir, meu filho, perguntou.

Não pai, estou acordado, respondeu o filho ..

Eu estive a pensar, talvez eu tenha sido muito duro contigo à pouco, afirmou o Pai. "Tive um longo dia e acabei descarregando sobre ti. Aqui estão os 7,50 € que me pediste. "

O menino levantou-se sorrindo. "Oh, pai obrigado, gritou. Então, procurando por baixo do seu travesseiro, rebuscou alguns trocados amassados.

O Pai viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a enfurecer-se novamente.

O menino lentamente contou o seu dinheiro , e em seguida olhou para o pai..

Por é que queres mais dinheiro se já tinhas algum? Gritou o pai.

Porque eu ainda não tinha o suficiente, mas agora já tenho, respondeu o menino.

" Pai, eu agora tenho 15,00 €. Posso comprar uma hora do teu tempo? Por favor, chega mais cedo amanhã a casa. Eu gostaria de jantar contigo."

O pai ficou destroçado. Colocou os seus braços em torno do filho, e pediu-lhe desculpa.

É apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham arduamente na vida. Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente são importantes para nós, os que estão perto do nosso coração.